segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O uso de merda na merenda escolar

O uso de merda na merenda escolar das crianças agora testado e comprovado – o método aumenta em 500% o rendimento dos alunos na sala de aula! Esse curioso método foi idealizado por um célebre cientista pedagógico, homem filantrópico, amante de grandes Magnum opus, cidadão cuja chauvinidade abrange o mundo. Esse homem, Dari Pereira, começou a idealizar essa sua brilhante ideia quando ainda estava – isso não é nem um pouco interessante, na verdade é tedioso, então, por isso, não escreverei essa parte já passando para outra mais legauzinha, belezinha.
                O uso de merda na merenda dos brasileirinhos foi aprovada agora, dia 12/12/18 pelo supremo tribunal federal. Esta previsto para que esta nova lei seja posta em pratica em todo o país no prazo máximo de dois anos. A maioria dos colégios do Rio grande do sul e algumas outras de outros estados já colocaram a lei em prática; mostrando espasmos de eficiência e boa conduta. Se sege aqui um trecho do que uma professora de biologia do colégio Olavo Bilac disse a respeito – “muito bom”.

                Isso tudo parece muito bom, e de fato é! O custo do projeto é muito ínfimo, pois podemos encontrar a matéria prima, a merda, em qualquer animal que defeque. Com um método muito simples – que pune o aluno que conversa na sala de aula, tira notas menores que dez ou até mesmo falta à aula com uma merenda literalmente de merda – esse é definitivamente o método de ensino do futuro sendo aplicado no Brasil do presente.

Faculdades brasileiras

Temos no Brasil uma certa fixação na educação superior , não se sebe quando forma implantadas no imaginário brasileiro, mas o fato é que elas estão aí, no nosso dia-a-dia . uma das perguntas mais frequentes que escutamos é “você vai cursar qual faculdade?” e se essa segunda pessoa responder, por exemplo, que não vai cursar faculdade nenhuma, os outros já olham para ela com ar de estranheza.
                Pessoas gostam de faculdade, isso pode ser notado através do grande número de inscritos nos vestibulares e no ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio). Mas será que essas pessoas sabem para que serva a faculdade? Ou será que gostam por motivos errados? A faculdade foi idealizada e criada um proposito, para criar conhecimento. Portanto, quando se ingressa em uma faculdade o único o principal objetivo deve ser criar novos conhecimentos sobre o assunto estudado na mesma. Talvez esta fixação ensino superior seja um erro, pois se 100% da população do Brasil se ocupar em trabalhos intelectuais, como teremos arroz sem termos ninguém para arar, plantar, colher e distribuir?
                Devemos fazer como o Canadá fez há algumas décadas; abandonar o velho sonho de “faculdade para todos” e transferir o dinheiro dos impostos arrecadados que é investido em faculdades federais para o ensino básico (da pré-escola até o final do ensino médio) e para cursos técnicos. De que adianta ter boas faculdades brasileiras a maioria da população não tiver um bom ensino básico para desfruta-las? – cursar uma faculdade exige muito, tanto mental quanto fisicamente (com xerox, transporte e alimentação), nem todos que a cursam fazem por realmente querer aprender , mas sim por ter virado um certo rito, um costume em nossa cultura, escute uma música ou olhe uma novela brasileira que talvez você perceba.

                Para obtermos um Brasil melhor deveríamos procurar votar em candidatos que apoiem um ensino básico de qualidade e cursos técnicos de melhor qualidade ainda. Talvez assim, no futuro tenhamos as mesmas oportunidades, onde todos saiam do mesmo ponto de partida, mas tenham a possibilidade de ultrapassar os os outros se estiverem mais bem preparados, que tenha meritocracia.

Caso familiar

João cortava o cabelo de suas vitimas – era assim que ele chamava os seus clientes. Para ele não era um trabalho difícil, estava acostumado; seguia uma formula simples criada por ele mesmo: escutava com atenção o que os clientes lhe mandavam fazer, sugerindo uma melhor maneira de faze-lo ou aprimorando suas ideias – sorrindo é claro, sempre sorrindo e lhes olhando nos olhos para passar mais confiança e sinceridade a suas vitimas do seu jogo sujo chamado empreendedorismo – ;  fazia seu trabalho cortando suas vítimas (ou melhor, seus cabelos) como é mandado. Seus cortes na maioria das vezes não ficavam bons, chagavam muitas vezes a ficar muito pior do que medíocres, mas o seu ultimo passo de sua formula garantia que os clientes sempre achassem o máximo os seus cortes, seu pequeno e precioso segredo: bajular de uma forma descarada seus clientes até fazer com que os mesmos se convenção que o corte ficou mesmo o máximo. Uma vez ele conseguiu convencer uma velhinha – muito simpática a senhora dona Maria – de que o seu cabelo raspado, assim como ele tinha acabado de cortar ficava ótimo. E a velhinha saiu do seu salão muito contente com sua cabeça rapada ao estilo skinhead. Seus concorrentes do bairro não entendiam – como um cabelereiro tão ruim pode ter tantos clientes? – se perguntavam. O cabelereiro nem esperava ter dias tão ruins como o que estavam por vim.
                O seu vizinho Oziris estava sabendo de uma história muito triste sobre João, o cabelereiro, e sua esposa, a pacata dona de casa. Descobriu, quando fazia uma maravilhosa espionagem ao casal que a mulher de João estava desconfiando que seu Marido a traia. Oziris costumava espionar todo mundo, diz sua mãe que ele desde pequeno acha que é o Batman ou alguém parecido com o mesmo, tendo uma obrigação moral de ajudar todos os seus conhecidos e salvar o mundo – mesmo que isso significasse ter que ficar horas e horas em telhados escuros  escutando as conversas alheias como uma criança com sérios retardos mentais. Mas o fato é: quando Oziris escutou do telhado da casa do casal a mulher de João gritar “você está me traindo!” e depois “diga quem é ela” decidiu ajudar a pobre mulher. Começou a seguir João para tudo que é lugar que ele ia; desde manha até a noite. E ria quando o seguia ridiculamente pensando “sou o Batman”... “...sou o Batman”.
                João já pensava em contratar um guarda-costas e assinar um bom seguro de vida, estava começando a ficar com medo de Oziris. Também pensou em ligar para a mãe de Oziris par lhe informar que a mais de um mês o maldito estava a lhe seguir, mas no fim desistiu, afinal o coitado tem graves retardos mentais, não é de se esperar um comportamento diferente de um tipo tão pobre coitado como este. Quando ia para seu salão de beleza estava lá Oziris seguindo o seu carro com uma bicicletinha muito velha e escrota; quando chegava no salão de beleza, testava lá Oziris sentado na recepção fingindo ler o mesmo jornal por mais de um mês. As vezes João perguntava o que Oziris queria, se precisava de algo,  a resposta era “não, meu caro João, só estou lendo esse maravilhoso jornal mesmo, não quero nada não”. ; Quando saia do salão estava lá Oziris de novo com sua bicicletinha perseguir o carro de João até a sua casa: até pensava João que o maldito dormia no seu telhado para escutar as suas conversas dele e de sua cara mulher. Outro dia se passava e a mesma coisa, Osires perseguindo João, e outro e outro e outro, e a mesma coisa.
João não tinha mais paz só pensava no que Oziris estava a fazer – até começou a perder clientes, pois na presença de Oziris ficava muito ansioso, assim não conseguindo aplicar o sua velha formula. Decidiu acabar logo com todo o problema com Oziris, resolveu convida-lo a sua casa para um jantar; Oziris aceitou e a noite chegou.
-Boa noite senhor e senhora, como vão as coisas?
- Bem. Boa noite para ti também, meu querido – a mulher fala.
-Boa noite Oziris – diz o homem com uma voz irritada. Conversam por algumas horas tentando fazer sentido, mas não conseguem, Oziris não deixava. Quando estavam conversando sobre um assassinato que ocorrera há alguns dias Oziris disse “oh não, eu não sou verde”, quando falavam na bolsa financeira Oziris dizia “eu quero pescar no jardim” e ficavam nessa dança até que João, o cabelereiro finalmente falou:
-Muito bem rapaz, eu presumo que você não saiba por que eu te chamei aqui. Pois vou te contar o motivo. Eu tenho percebido que você esta me seguindo a tempo. Por que estas a me seguir? – Oziris fica com uma cara tímida, mas reponde à pergunta mesmo assim:
-Bem, a algumas semanas escutei que o senhor estava traindo a sua mulher então decidi te seguir para ver se era verdade ou não. E a meu ver não é senhor. –A mulher do cabelereiro agradece o nosso pequeno Batman, o cabelereiro quase bate em Oziris, mas ao ver a expressão de alivio na cara de sua mulher também lhe agradece. Quando chegou a hora da despedida Oziris pegou uma faca e esfaqueou os dois a sangue frio. Antes de João morrer perguntou:
-Por que quer nos matar? – Oziris olha com uma cara de psicopata para João e responde num riso solene:
- Por que agora sou o Coringa.

Dar "oi" ou não dar "oi"

Há alguns dias, quando estava voltando da escola encontrei dona Maria. Maria é uma moradora do meu prédio que adora falar dos outros moradores com outras “donas” que sentam nos bancos do pátio para fofocar enquanto seus cachorrinhos defecam no gramado. Por mais que eu não vá muito com sua cara, quando passei por ela disse:
 -Oi. –Falei com uma voz querida e simpática. Esperei por alguns segundos sua resposta, mas o silencio prevaleceu; então passei por ela com uma cara de tacho. Não sei vocês, mas essas situações me emputessem de mais.
As vezes passo por uma pessoa e ela responde os meus “bons dias” ou meus “ois” e outras vezes não – não da para entender. É como se eu estivesse com uma faca em minha própria garganta quando cumprimento pessoas, nunca sei se meus “bom dias” serão respondidos ou não: depende muito do humor daquele que é abordado. E se é ruim não ser respondido quando se dá “oi”, é ainda pior não responder um “oi” alheio. Me lembro de uma vez que estava passando por dona Maria quando voltava da casa de amigos – ela disse:
-Olá... – com uma voz amável e alegre. Passei por ela sem dizer uma palavra. Quando me lembrei de dar “oi” para a velha, já era tarde de mais – perdi o tempo; já estava muito longe da mulher, não adiantava mais. Fui alvo de fofocas e bisbilhoteios por algumas semanas no condomínio, fora o fato de Maria passar a não gostar de mim e nunca mais me cumprimentar quando passo por ela.
As vezes me decido em nunca mais dar “oi” para pessoas que mal conheço; as vezes mudo de idea e lhes dou “oi”. Pessoas mudam de humor como milionários mudam de carro, como cobras mudam de pele – ou ate mesmo como políticos mudam de partido. Fica difícil saber se devo ou não parar de vez de responder ou desejar “bom dia” a outrem.

O assassinato na rua dos pinheiros

 Paula estava indo para o seu velho ponto. Fazia já uns três anos que ganhava a vida com seu corpo – no começo de sua carreira, todos queriam pegar, olhar e experimentar seu corpo. Ganhava mais que o dobro naquela época de dinheiro; agora se sentia como se fosse uma puta velha que ninguém quisesse mais comer, não era mais o brinquedinho favorito de seus clientes. Paula andou e andou e finalmente chegou ao seu destino: ficou horrorizada com a cena que encontrou na rua em que ela e outras mulher trabalhavam. A sua amiga e parceira da noite estava lá, num poste enforcada. Preso por uma corrente a seu pescoço uma placa escrito com sengue, ameaçava “for prostitutas”: era o começo de mais uma loucura. Paula saiu correndo aterrorizada. Correu, correu e correu. Tinha uma sensação estranha, sentia fortemente que o assassino de sua colega estava lhe perceguindo. Correu mais ainda, viu um vulto na rua atraz dela que parecia se aproximar mais e mais. Correu assustada até a casa de sua mãe, era a única que poderia lhe ajudar e que morava mais perto de onde ela batia ponto. Correu e finalmente chegou, bateu na porta de sua mãe com desespero:
-Mãe, por favor me deixa entrar! Acho que tem alguém me perseguindo. Mataram uma das mulheres que trabalhavam comigo e agora querem me matar também! Me deixa entrar – gritava Paula desesperada, mas ninguém respondeu. Não sabia se sua mãe estava lhe ignorando para cumprindo sua promessa de esquecer Paula ou se simplesmente não estava em casa. Tentou subir nas grades do portão da casa e falhou inutilmente. A sombra se aproximava cada vez mais. Se aproximou tanto que Paula conseguia enxergar, tinha uma capa sinzenta que cubria todo o seu corpo, numa das mãos uma pistola e na outra uma corda – que, pensou Paula, era para lhe enforcar como fez com sua colega. Tentou correr, mas levou um tiro no peito antes que pudesse e depois outro e outro.
Sua cabeça no chão, na lama e uma sensação e dor horríveis lhe faziam tremer descontroladamente. Chorava e implorava para o malfeitor que não lhe matasse. Nesse meio tempo o mau amarrava a corda que usaria para lhe enforcar numa arvore. Paula se lembrava daquela arvore, era a arvore da qual brincava com sua irmã quando era pequena. Ficava o dia inteiro nela, fantasiando e brincando com sua irmã; até que um dia sua irmã caiu de árvore de cabeça e morresse na sua frente agonisando – é irônico, nós duas morreremos na mesma árvore – pensava Paula – eu ate riria disso tudo se não doesse tanto o meu peito. O maufeior amarrou a corda no seu pescoço. Quando foi enforcar Paula um policial gritou “ei! O que esta fazendo, pare!”, mas ele não parou então o policial atirou. Paula sentiu-se aliviada.
 Foi uns 6 tiros, deve ter descarregado todas as balas da pistola no assassino. Uma delas acertou na perna de Paula que já tinha sido almejada no peio. O policial chegou bem perto do assassino e disse apontando a arma para a cabeça do homem “só eu posso matar pessoas na minha rua” dando um sorriso e logo descarregando sua pistola novamente na cabeça do desgraçado. Logo disse “agora é sua vez sua puta”. Paula sentiu-se mais horroerizada do que sentia-se anes.
-Em situações normais eu te mataria com um tiro na cabeça e diria para meus superiores que não foi eu que lhe matei, mas sim o assaltante que furtava os bens da pobre moça. Mas isso é perfeito! É maravilhoso! – riu numa gargalhada que revelava sua loucura. –como as circunstãncias são adversas, pois o homem que ia te mapar era louco, como eu: posso fazer o que quiser com você! Ah! Ah! Ah! – se aproximou dela falando essas palavras. Paula estava muito apavorada ; a alguns segundos achava que tinha saído de uma morte horrível enforcada – na hora que ia ser enforcada, tinha aceito seu destino, a morte, mas agora não conseguia aceitar novamente; o homem que era suposto salva-la estava agora a quase lhe matar... e isso era horrível, a frustração, a quebra de expectativas (pior até que a morte) – e agora de novo, isso é loucura.
O policial se aproximou mais e mais até que estivesse próximo o suficiente para toca-la. Como ele tinha dito a sua morte não seria uma morte muito “norma”. Pegou a arma, obrigou Paula a abrir as pernas e enfiou o cano da arma em sua vagina. Começou com o velho “vai e vem” que as prostitutas eram tão acostumadas. Paula por ter sido baleada no peito, perdia muito sengue, ficando mais fria e fraca a cada momento; assim não podendo resistir a violação. Estranhamente sentiu prezer naquilo, apezar de negar para si mesmo, sabia que mesmo se estivesse forte o suficiente para combater o abuso não o faria. O risco lhe excitava, a censação de que a arma podia disparar a quelquer momento lhe furando de baixo para cima era incrível. Estava no seu extaze, ao invez de de gritar de desespero, gritava de prazer. O homem parou um pouco o vai e vem com a arma para coçar a nuca com a arma, estava lhe comichando muito: coçava com força a nuca com a arma enquento dizia “Gostou né sua vadia, eu sabia que iria gostar. Todas gostam. Sabe o que eu sou? Eu sou um deus. Eu liberto as pessoas  delas mesmas. Eu destruo os seus sentimento de autopreservação dando a certeza que vão morrer. E depois... bem lhes dou os melhores preseres de todas as suas vidas. Uma garnde adrenalina, não? Tenho certeza que...” quando foi terminar a frase a arma disparou, explodindo seu crâneo. Pedaços de cérebro e ossos jorravam par tudo que era canto. Paula ficou atordoada de mais para entender o que tinha acabado de acontecer.
Levantou do lodo de sengue, dos pedasos de crâneo e cérebro dos dois homens que quase lhe mataram e da lama. Foi rastejando tristemente até a porta da casa de sua mae para tentar se abrigar em algum lugar. Foi se arrastando até a casa de sua mãe. Viu a arvore onde sua irmã morreu e que ela teria sido morta e pensou “qual é a chance de ser quase morta por dois psicopatas na mesma noite e sair viva? E o pior, gostar de ser estuprada por uma arma...”. Bateu na porta com a pele já muito pálida, tinha perdido muito sengue e gritou. Não se sabe direito quanto tempo ficou a bater à porta e gritar, mas é fato que a sua mãe abriu. Sabe-se que quando a porta foi aberta, Paula viu sua mãe assegurando uma shotgum. Apontou a arma para Paula dizendo “pelo bem divino” e atirou uma vez, Paula coloca os beços na frente para se defender , o que faz com que eles voassem longe sendo amputados instantaneamente com o impacto do tiro. O segundo foi precedido com sua mãe dizendo “Não aceito nenhuma puta como filha. Devia ter caído de cabeça da árvore no lugar de sua irmã sua devassa”, daí se escutou o segundo tiro a queima roupa no peito – é bem provável que Paula tenha morrido com esse segundo tiro – se não morreu teve um terceiro na cabeça, e um quarto, e um quinto, e um sexto que garantiam.
Vendo os três corpos em frente a sua casa a mãe de Paula termina enfiando o grande cano de sua arma divina em sua boca e atirando. Assim terminou o dia dos quatro.