Temos no Brasil uma certa fixação na educação superior , não
se sebe quando forma implantadas no imaginário brasileiro, mas o fato é que
elas estão aí, no nosso dia-a-dia . uma das perguntas mais frequentes que
escutamos é “você vai cursar qual faculdade?” e se essa segunda pessoa
responder, por exemplo, que não vai cursar faculdade nenhuma, os outros já
olham para ela com ar de estranheza.
Pessoas
gostam de faculdade, isso pode ser notado através do grande número de inscritos
nos vestibulares e no ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio). Mas será que essas
pessoas sabem para que serva a faculdade? Ou será que gostam por motivos
errados? A faculdade foi idealizada e criada um proposito, para criar
conhecimento. Portanto, quando se ingressa em uma faculdade o único o principal
objetivo deve ser criar novos conhecimentos sobre o assunto estudado na mesma. Talvez
esta fixação ensino superior seja um erro, pois se 100% da população do Brasil
se ocupar em trabalhos intelectuais, como teremos arroz sem termos ninguém para
arar, plantar, colher e distribuir?
Devemos
fazer como o Canadá fez há algumas décadas; abandonar o velho sonho de “faculdade
para todos” e transferir o dinheiro dos impostos arrecadados que é investido em
faculdades federais para o ensino básico (da pré-escola até o final do ensino
médio) e para cursos técnicos. De que adianta ter boas faculdades brasileiras a
maioria da população não tiver um bom ensino básico para desfruta-las? – cursar
uma faculdade exige muito, tanto mental quanto fisicamente (com xerox,
transporte e alimentação), nem todos que a cursam fazem por realmente querer
aprender , mas sim por ter virado um certo rito, um costume em nossa cultura,
escute uma música ou olhe uma novela brasileira que talvez você perceba.
Para obtermos
um Brasil melhor deveríamos procurar votar em candidatos que apoiem um ensino
básico de qualidade e cursos técnicos de melhor qualidade ainda. Talvez assim,
no futuro tenhamos as mesmas oportunidades, onde todos saiam do mesmo ponto de
partida, mas tenham a possibilidade de ultrapassar os os outros se estiverem
mais bem preparados, que tenha meritocracia.
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